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Informativo

Coronavírus: o que o cirurgião-dentista deve saber e como atuar

28/01/2020 às 10:30

O novo coronavírus, que ataca o sistema respiratório, pertence a uma grande família viral e se espalhou a partir da região Wuhan, na China, deixando todos os países em alerta. Com sintomas parecidos com os da gripe, o vírus pode causar doenças respiratórias leves a moderadas, entre elas, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS).

Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, o novo vírus trata-se de uma variante do vírus, denominada 2019-nCoV, até então não identificada em humanos. Até o aparecimento do 2019-nCoV, existiam apenas seis cepas conhecidas capazes de infectar humanos, incluindo o SARS-CoV e MERS-CoV.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) disponibilizou um informe para profissionais da saúde e para o público em geral com mais informações sobre o coronavírus (acesse aqui: https://drive.google.com/file/d/1alqe7VUWgUOyrS8kwvmKL7OCDuvJsXcx/view)

Atenção aos sintomas e transmissão

De acordo com as informações divulgadas pela SBI, alguns indivíduos podem não apresentar sintomas, mas, em alguns casos de infecções de vias áreas superiores, os sintomas são semelhantes a um resfriado. Em casos graves, assemelham-se a pneumonia e insuficiência respiratória aguda. As crianças de pouca idade, idosos e pacientes com baixa imunidade podem apresentar manifestações mais graves. No caso do 2019-nCov, ainda não há relato de infecção sintomática em crianças ou adolescentes.

Segundo o órgão, alguns coronavírus são transmitidos de pessoa a pessoa pelo ar (secreções aéreas do paciente infectado). Na maioria dos casos, a transmissão é limitada e se dá por contato próximo, ou seja, qualquer pessoa que cuidou do paciente - como profissionais da saúde ou familiares -, que tenham tido contato físico e/ou tenha permanecido no mesmo local que o paciente doente. 

Em caso de suspeita, a(o) cirurgiã(o)-dentista deve encaminhar o paciente para atendimento médico com o descritivo dos sintomas observados pelo profissional, pois os exames laboratoriais realizados por biologia molecular identificam o material genético do vírus em secreções respiratórias.

Recomendações

Para se prevenir, é recomendável lavar as mãos regularmente, cobrir boca e o nariz ao tossir e espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados, não compartilhar objetos de uso pessoal (talheres, pratos, copos e/ou garrafas).

Ministério da Saúde

Segundo o Ministério da Saúde não há casos suspeitos de pacientes infectados pelo vírus no Brasil. Os cinco possíveis casos de suspeitas, notificados desde 18 de janeiro, foram descartados após não atenderem aos critérios clínicos e epidemiológicos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 O ministério também anunciou a instalação do Comitê de Operações de Emergência (COE) para tratar do surto do novo coronavírus. O grupo tem como objetivo preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos e monitorar a situação junto à OMS.

Confira as orientações do COE no site do Ministério da Saúde. (http://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46230-ministerio-da-saude-atualiza-situacao-para-os-estados)

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Coronavírus: o que o cirurgião-dentista deve saber e como atuar

28/01/2020 às 10:30

O novo coronavírus, que ataca o sistema respiratório, pertence a uma grande família viral e se espalhou a partir da região Wuhan, na China, deixando todos os países em alerta. Com sintomas parecidos com os da gripe, o vírus pode causar doenças respiratórias leves a moderadas, entre elas, a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS).

Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, o novo vírus trata-se de uma variante do vírus, denominada 2019-nCoV, até então não identificada em humanos. Até o aparecimento do 2019-nCoV, existiam apenas seis cepas conhecidas capazes de infectar humanos, incluindo o SARS-CoV e MERS-CoV.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) disponibilizou um informe para profissionais da saúde e para o público em geral com mais informações sobre o coronavírus (acesse aqui: https://drive.google.com/file/d/1alqe7VUWgUOyrS8kwvmKL7OCDuvJsXcx/view)

Atenção aos sintomas e transmissão

De acordo com as informações divulgadas pela SBI, alguns indivíduos podem não apresentar sintomas, mas, em alguns casos de infecções de vias áreas superiores, os sintomas são semelhantes a um resfriado. Em casos graves, assemelham-se a pneumonia e insuficiência respiratória aguda. As crianças de pouca idade, idosos e pacientes com baixa imunidade podem apresentar manifestações mais graves. No caso do 2019-nCov, ainda não há relato de infecção sintomática em crianças ou adolescentes.

Segundo o órgão, alguns coronavírus são transmitidos de pessoa a pessoa pelo ar (secreções aéreas do paciente infectado). Na maioria dos casos, a transmissão é limitada e se dá por contato próximo, ou seja, qualquer pessoa que cuidou do paciente - como profissionais da saúde ou familiares -, que tenham tido contato físico e/ou tenha permanecido no mesmo local que o paciente doente. 

Em caso de suspeita, a(o) cirurgiã(o)-dentista deve encaminhar o paciente para atendimento médico com o descritivo dos sintomas observados pelo profissional, pois os exames laboratoriais realizados por biologia molecular identificam o material genético do vírus em secreções respiratórias.

Recomendações

Para se prevenir, é recomendável lavar as mãos regularmente, cobrir boca e o nariz ao tossir e espirrar, evitar aglomerações e ambientes fechados, não compartilhar objetos de uso pessoal (talheres, pratos, copos e/ou garrafas).

Ministério da Saúde

Segundo o Ministério da Saúde não há casos suspeitos de pacientes infectados pelo vírus no Brasil. Os cinco possíveis casos de suspeitas, notificados desde 18 de janeiro, foram descartados após não atenderem aos critérios clínicos e epidemiológicos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 O ministério também anunciou a instalação do Comitê de Operações de Emergência (COE) para tratar do surto do novo coronavírus. O grupo tem como objetivo preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos e monitorar a situação junto à OMS.

Confira as orientações do COE no site do Ministério da Saúde. (http://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46230-ministerio-da-saude-atualiza-situacao-para-os-estados)