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Informativo

A contribuição dos profissionais da Odontologia na campanha Setembro Amarelo

09/09/2019 às 15:58

Dez de setembro é oficialmente o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) promovem nacionalmente a campanha Setembro Amarelo.  A proposta é alertar a população sobre os fatores de risco para o comportamento suicida. As(os) cirurgiãs(ões)-dentistas, assim como outros profissionais da saúde, podem desempenhar um papel importante de prevenção ao atentar para sintomas físicos e comportamentais de seus pacientes.

Ao identificar os sinais da doença eles podem orientar os seus pacientes a procurar ajuda especializada como forma de colaborar com o diagnóstico.  Segundo dados da organização da campanha, mais de 96% dos casos de suicídio têm ligação com transtornos mentais e a depressão é um deles.

O transtorno provoca, por exemplo, alterações vasculares nos microvasos, principalmente dos tecidos de suporte dos dentes, causando mobilidade dentária. A retração gengival e até a perda dos dentes estão entre as consequências da doença.

Pacientes com depressão crônica têm grandes chances de desenvolver o bruxismo, que causa dores e outras complicações, como desgaste dos dentes. 

Também vale atentar para alguns medicamentos, comumente prescritos aos pacientes com depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos. Eles podem alterar a saúde bucal. A gengivite, periodontite e xerostomia são algumas das enfermidades mais comuns. É fundamental que o paciente informe a (o) profissional da Odontologia sobre o uso de remédios durante a anamnese para que ele possa determinar o tratamento odontológico adequado.

A recomendação é de que as(os) cirurgiãs(ões)-dentistas devem ficar atentas(os) aos aspectos que envolvem a sua especialidade e atuar multidisciplinarmente com outras áreas da saúde. Psicólogos, reumatologistas (em casos de fibromialgia), nutricionistas ou nutrólogos podem integrar o grupo de assistência ao paciente, contribuindo para melhoria do bem-estar físico e emocional.

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A contribuição dos profissionais da Odontologia na campanha Setembro Amarelo

09/09/2019 às 15:58

Dez de setembro é oficialmente o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. Desde 2014, a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) promovem nacionalmente a campanha Setembro Amarelo.  A proposta é alertar a população sobre os fatores de risco para o comportamento suicida. As(os) cirurgiãs(ões)-dentistas, assim como outros profissionais da saúde, podem desempenhar um papel importante de prevenção ao atentar para sintomas físicos e comportamentais de seus pacientes.

Ao identificar os sinais da doença eles podem orientar os seus pacientes a procurar ajuda especializada como forma de colaborar com o diagnóstico.  Segundo dados da organização da campanha, mais de 96% dos casos de suicídio têm ligação com transtornos mentais e a depressão é um deles.

O transtorno provoca, por exemplo, alterações vasculares nos microvasos, principalmente dos tecidos de suporte dos dentes, causando mobilidade dentária. A retração gengival e até a perda dos dentes estão entre as consequências da doença.

Pacientes com depressão crônica têm grandes chances de desenvolver o bruxismo, que causa dores e outras complicações, como desgaste dos dentes. 

Também vale atentar para alguns medicamentos, comumente prescritos aos pacientes com depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos. Eles podem alterar a saúde bucal. A gengivite, periodontite e xerostomia são algumas das enfermidades mais comuns. É fundamental que o paciente informe a (o) profissional da Odontologia sobre o uso de remédios durante a anamnese para que ele possa determinar o tratamento odontológico adequado.

A recomendação é de que as(os) cirurgiãs(ões)-dentistas devem ficar atentas(os) aos aspectos que envolvem a sua especialidade e atuar multidisciplinarmente com outras áreas da saúde. Psicólogos, reumatologistas (em casos de fibromialgia), nutricionistas ou nutrólogos podem integrar o grupo de assistência ao paciente, contribuindo para melhoria do bem-estar físico e emocional.