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Informativo

Profissionais de saúde devem atentar para os riscos do sarampo e orientar pacientes

07/08/2019 às 17:07

O último balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES), em 06.08, aponta o aumento no número de casos de sarampo no Estado. Até o dia 16 de agosto, a Capital e outras cidades da região metropolitana realizam campanha de imunização com intuito de conter os índices.

Diante desse cenário, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) reforça a importância de os profissionais da saúde bucal tomarem a vacina, bem como orientar os seus pacientes para que se informem sobre a necessidade da imunização – sempre considerando a idade e o histórico de cada paciente.

Profissionais de saúde, atenção redobrada

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, os profissionais da área que não tomaram uma das doses, independentemente da idade, devem ser imunizados. Isso se justifica pelo fato de ser o grupo mais propenso ao contato com pacientes infectados.

Esses profissionais podem recorrer as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para garantir a imunização (confira abaixo a lista das que oferecem a vacina).  Como estão entre os grupos de maior risco de contaminação podem apresentar a carteira de inscrição do CROSP para comprovar a atuação profissional.

Caso a UBS recuse a aplicação, o profissional pode contatar a autarquia para que o estabelecimento seja notificado por ilegalidade praticada. O contato pode ser feito por meio do canal Fale Conosco (link).

O(a) cirurgião(ã)-dentista pode ajudar

Diante da suspeita de sarampo, o(a) cirurgião(ã)-dentista deve encaminhar o paciente para atendimento médico com o descritivo dos sintomas e sinais identificados no exame clínico oral e se possível, acompanhados de fotografias da cavidade bucal.

Febre, tosse, mal-estar, dor de cabeça e sensibilidade à luz são alguns sintomas iniciais da doença que o(a) cirurgião(ã)-dentista pode identificar na anamnese.

O(A) cirurgião(ã)-dentista também deve estar atento às manifestações bucais do sarampo como as manchas de Koplik (presentes em 97% dos pacientes contaminados). Essas manchas são máculas como grãos de areia, pequenos pontos brancos (azulados) que se formam, principalmente, na mucosa jugal – localizada próxima abertura do canal de Stenon (região de molares). São circundadas por um halo avermelhado e brilhante com fundo eritematoso difuso, e antecedem as manifestações cutâneas.

As máculas podem aumentar de número e formar placas, causando inflamação e tumefacção generalizada com ulcerações em diversos locais (gengiva, palato e garganta).

Vale ressaltar que as manifestações orais desaparecem de 24 a 48 horas após o início da erupção. Esses sinais facilitam o diagnóstico do sarampo mesmo antes do início do exantema.

Campanha

Jovens e adultos, entre 15 e 29 anos de idade, são o público-alvo de uma campanha que está sendo realizada pela SES. Essa faixa-etária é mais vulnerável em virtude da baixa procura pela segunda dose da vacina. A campanha também ampliou a imunização para as crianças entre 6 meses e 1 ano de idade. 

Além de prevenir o sarampo, a vacina tríplice viral protege da rubéola e da caxumba. A aplicação é contraindicada para gestantes e para pessoas com algum problema de imunidade como pacientes oncológicos.

Pessoas de qualquer idade, que não tenham se protegido do sarampo, devem procurar pelo atendimento munidos de carteira de vacinação. Confira o calendário nacional de vacinação em www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao

Consulte a lista de Unidades Básicas de Saúde (UBS) que participam da campanha: http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/

Informativo

Profissionais de saúde devem atentar para os riscos do sarampo e orientar pacientes

07/08/2019 às 17:07

O último balanço divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES), em 06.08, aponta o aumento no número de casos de sarampo no Estado. Até o dia 16 de agosto, a Capital e outras cidades da região metropolitana realizam campanha de imunização com intuito de conter os índices.

Diante desse cenário, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) reforça a importância de os profissionais da saúde bucal tomarem a vacina, bem como orientar os seus pacientes para que se informem sobre a necessidade da imunização – sempre considerando a idade e o histórico de cada paciente.

Profissionais de saúde, atenção redobrada

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, os profissionais da área que não tomaram uma das doses, independentemente da idade, devem ser imunizados. Isso se justifica pelo fato de ser o grupo mais propenso ao contato com pacientes infectados.

Esses profissionais podem recorrer as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para garantir a imunização (confira abaixo a lista das que oferecem a vacina).  Como estão entre os grupos de maior risco de contaminação podem apresentar a carteira de inscrição do CROSP para comprovar a atuação profissional.

Caso a UBS recuse a aplicação, o profissional pode contatar a autarquia para que o estabelecimento seja notificado por ilegalidade praticada. O contato pode ser feito por meio do canal Fale Conosco (link).

O(a) cirurgião(ã)-dentista pode ajudar

Diante da suspeita de sarampo, o(a) cirurgião(ã)-dentista deve encaminhar o paciente para atendimento médico com o descritivo dos sintomas e sinais identificados no exame clínico oral e se possível, acompanhados de fotografias da cavidade bucal.

Febre, tosse, mal-estar, dor de cabeça e sensibilidade à luz são alguns sintomas iniciais da doença que o(a) cirurgião(ã)-dentista pode identificar na anamnese.

O(A) cirurgião(ã)-dentista também deve estar atento às manifestações bucais do sarampo como as manchas de Koplik (presentes em 97% dos pacientes contaminados). Essas manchas são máculas como grãos de areia, pequenos pontos brancos (azulados) que se formam, principalmente, na mucosa jugal – localizada próxima abertura do canal de Stenon (região de molares). São circundadas por um halo avermelhado e brilhante com fundo eritematoso difuso, e antecedem as manifestações cutâneas.

As máculas podem aumentar de número e formar placas, causando inflamação e tumefacção generalizada com ulcerações em diversos locais (gengiva, palato e garganta).

Vale ressaltar que as manifestações orais desaparecem de 24 a 48 horas após o início da erupção. Esses sinais facilitam o diagnóstico do sarampo mesmo antes do início do exantema.

Campanha

Jovens e adultos, entre 15 e 29 anos de idade, são o público-alvo de uma campanha que está sendo realizada pela SES. Essa faixa-etária é mais vulnerável em virtude da baixa procura pela segunda dose da vacina. A campanha também ampliou a imunização para as crianças entre 6 meses e 1 ano de idade. 

Além de prevenir o sarampo, a vacina tríplice viral protege da rubéola e da caxumba. A aplicação é contraindicada para gestantes e para pessoas com algum problema de imunidade como pacientes oncológicos.

Pessoas de qualquer idade, que não tenham se protegido do sarampo, devem procurar pelo atendimento munidos de carteira de vacinação. Confira o calendário nacional de vacinação em www.saude.gov.br/saude-de-a-z/vacinacao/calendario-vacinacao

Consulte a lista de Unidades Básicas de Saúde (UBS) que participam da campanha: http://buscasaude.prefeitura.sp.gov.br/