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14/01/2020
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13/01/2020

Como escolher sua especialização na Odontologia

A busca por uma especialização está crescendo entre os recém-formados em Odontologia. Os graduados estão aptos a estudar 23 especialidades autorizadas pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO). O Conselho também, desde a resolução 195/2019, permite inscrever e anunciar mais de duas especialidades odontológicas, desde que em conformidade com a legislação específica do ensino odontológico.  O primeiro passo para se tornar um especialista é escolher a área da Odontologia pela qual dedicará os estudos. O mercado atual, a estrutura da instituição de ensino e a carga horária são pontos a serem considerados.  Para escolher um bom curso de especialização a(o) cirurgiã(o)-dentista deve se atentar para algumas coisas. Primeiro, é recomendável pesquisar sobre as instituições de ensino que oferecem cursos especializantes em Odontologia, focando no currículo, na atuação do coordenador do curso e dos demais docentes. A estrutura física do local também deve ser considerada ao escolher a instituição.  Entre as 23 especialidades, o profissional deve levar em conta além das condições de mercado para escolher qual área seguir. Até um tempo atrás, especialidades como Dentística e Odontopediatria eram muito mais requisitadas pela categoria por causa da alta demanda de pacientes nessas áreas. Ortodontia, Endodontia e Implantodontia também se destacam por esse motivo, sendo segmentos ainda muito solicitados por pacientes nos dias de hoje.  Para saber mais sobre as especialidades disponíveis e áreas de atuação, acesse as páginas das Câmaras Técnicas do CROSP.  O que é considerado especialização A especialização é considerada um curso de pós-graduação lato sensu, ou seja, deve ter um mínimo de 360 horas-aula. Além disso, cada curso deve obedecer, em termos de programação e carga horária, o que estabelece o CFO para cada tipo de capacitação. Por exemplo, as especialidades de Cirurgia Bucomaxilofacial e Ortodontia requerem carga horária mínima de 2 mil horas-aula.  Para se matricular, o(a) cirurgiã(ão)-dentista interessado(a) deve ter o seu registro definitivo no Conselho Regional do seu Estado. Após o estudo, o título de especialista só poderá ser divulgado depois que a(o) cirurgiã(o)-dentista receber da instituição de ensino o certificado de conclusão do curso e der entrada com este documento no CRO para efetivar a inscrição como especialista. Os requisitos completos para todas as especialidades, incluindo divisão entre aulas teóricas e práticas, estão dispostos na Resolução 63/2005 do CFO. 
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09/01/2020

Morre fundador do Núcleo dos Cirurgiões-Dentistas do Ipiranga

No dia 29 de dezembro, o cirurgião-dentista e advogado José Mário Anselmo, 87 anos, faleceu em decorrência de problemas cardiorrespiratórios. O profissional foi um dos fundadores do Núcleo dos Cirurgiões-Dentistas do Ipiranga e da Associação Paulista de Odontologia Regional do Ipiranga. O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) oferece os sentimentos à família e amigos e agradece a dedicação do profissional à área odontológica, na qual atuou por mais de 60 anos. Formado em Odontologia pela Faculdade de Odontologia de Araraquara, Anselmo se dedicou a área ocupando cargos na Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas (APCD) e no CROSP. No Conselho, o cirurgião-dentista agiu como fiscal das regiões Ipiranga, Cursino, Sacomã e Vila Mariana. 
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07/01/2020

Como a osteoporose pode ser descoberta em um consultório odontológico

A osteoporose é uma doença que deixa os ossos frágeis e porosos e que acomete cerca de 10 milhões de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (Abrasso). Por afetar o sistema ósseo e ser uma doença silenciosa, detectada na maioria das vezes em estado avançado, a(o) cirurgiã(ão)-dentista deve estar atento aos sinais que a osteoporose pode apresentar na boca. De acordo com Mauricio Rebello Moreira Querido, integrante da Câmara Técnica de Implantodontia do Conselho Regional de Odontologia (CROSP), a boca pode manifestar sinais clínicos e radiográficos da doenças. Os mais comuns são a baixa densidade do osso, observada no momento da perfuração óssea para a colocação de implante; e a menor espessura da cortical e trabéculas ósseas maiores (mais espaçadas) em uma radiografia. “O exame mais comum de ser feito na boca para identificar a osteoporose é a radiografia panorâmica. Este exame permite observar as trabéculas ósseas, o volume de osso e algumas características da cortical, normalmente melhor observada na base da mandíbula”, acrescenta o profissional. Além de silenciosa, a osteoporose também é uma condição cujo risco aumenta conforme a idade do paciente. O especialista recomenda aos profissionais da Odontologia ficarem atentos a essa doença, assim como outras patologias que podem se manifestar na boca. “É responsabilidade da(o) cirurgiã(o)-dentista cuidar da saúde de seu paciente como um todo. Não somente observar dentes e gengiva. Faz tempo que a odontologia deixou de ser somente isso. Quando tratamos do nosso paciente, devemos ter um conhecimento geral de sua saúde e, se for o caso, solicitar os exames necessários para o correto diagnóstico”, afirma. Osteoporose e o tratamento odontológicoA presença da osteoporose pode afetar a estabilidade dos dentes na boca, por isso, é importante constatar se o paciente possui a doença antes do início do tratamento. No caso de implantes osseointegráveis, a osteoporose não é um impeditivo segundo o cirurgião-dentista. “O paciente com a doença pode receber implantes e a taxa de sucesso é muito semelhante a do paciente que não tem a doença”, explica. Ainda de acordo com ele, o maior problema para esses pacientes são alguns medicamentos suplementares que podem gerar necroses nos maxilares, os mais comuns sendo os bifosfonatos. “Uma simples limpeza de rotina, ou até uma pequena cirurgia bucal pode ocasionar uma osteonecrose na boca. É muito importante que o cirurgião-dentista fique atento aos medicamentos que nossos pacientes estão tomando para evitar complicações”, finaliza.
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Passo a passo Alteração Cadastral

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Acesse aqui: Indicadores da Odontologia

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Guia Pratico 05 - Manual do Credenciado

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